COLLECÇÃO DE INEDITOS PORTUGUEZES DOS SECULOS XIV E XV que forão compostos originalmente, ou traduzidos de varioas linguas, por Monges Cistercienses deste Reino. Ordenada e copiada fielmente dos Manuscritos do Mosteiro de Alcobaça por ...
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MARTYRES Paraphrase d'uma Lenda Christã
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CENTENÁRIO DO CONDE DE MONSARAZ 1852-1952
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AS POMBAS SÃO VERMELHAS -Novelas e contos
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AS COMMENDAS - Poema heroi-comico-satyrico em cinco cantos
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HUÍLA (relatório do governo)
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NOVA ESCOLA PARA APRENDER A LER, ESCREVER E CONTAR. Offerecida á Augusta Magestade do Senhor Dom Joaõ V. Rey de Portugal. Primeira parte / por Manoel de Andrade de Figueiredo, Mestre desta Arte nas cidades de Lisboa Occidental, e Oriental
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PRACTICA DO CONFESSIONARIO e explicação das proposiçoens condenadas pela Santidade de Innocencio XI e Alexandre VII, sua materia os casos mais selectos da Theologia Moral, sua forma hum dialogo entre o confessor e o penitente. Parte I ( e II).
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RUY O ESCUDEIRO. Conto
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O TEMA DA MORTE
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ÉCLOGA IMPOSSÍVEL
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EXÍLIO PERTURBADO - Romance
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A LITERATURA AUTONOMISTA NO SÉCULO XVII através do códice 29 da Biblioteca Geral da Universidade
Tip. da Empresa do Anuário Comercial,Lisboa, 1936. in-8º de 322-(1) págs. br
Romance que deu origem a vários estudos recentes. exemplo, Jeane de Cassia Nascimento Santos (UFS) na sua tese
"
ESPAÇO PORTUGUÊS, DESLOCAMENTOS " a dado momento escreve:
Assim, observamos, nos romances coloniais
O sol dos trópicos e O velo d’oiro ,de Henrique Galvão, a partida das personagens imbuídas da mística imperialista rumo a Angola, carregando em sua bagagem um sonho de riqueza impossível de ser realizado em
Portugal, devido à crise econômica vivenciada pelos
lusitanos desde a Independência do Brasil.
Observamos em O sol dos trópicos que o espaço, antes amedrontador, inóspito também passa por mudanças provocadas pela personagem, ciente, com o passar do tempo, das possibilidades de interferir, com seus conhecimentos de europeu, naquela terra, mais tarde transformada em sua fazenda. Conseqüentemente teremos a valorização da selva,
agora como o espaço grandioso e heróico do homem português, que sem nenhuma ferramenta ou qualquer outro tipo de ajuda tecnológica, consegue vencer as dificuldades de
adaptação, habitando, construindo, vivendo.