CAUSA SOBRE NULLIDADE DE MATRIMONIO ENTRE PARTES de uma, como auctora, a Sereníssima Rainha D. Maria Francisca Isabel de Saboya, Nossa Senhora, e da outra o Procurador da Justiça Ecclesiastica em falta de procuração de Sua Magestade El-Rei D. Afonso
60.00 €
Qt: 1 Unidade
BOLETIM DA DIRECÇÃO GERAL DOS EDIFICIOS E MONUMENTOS NACIONAIS - IGREJA DE ALGOSINHO - MOGADOURO.(nº 126)
18.00 €
Qt: 1 Unidade
ALMANACH REI CARAMBA faceto e noticioso para o anno de 1868 (bissexto) illustrado com uma gravura representando o retrato de su magestade.
35.00 €
Qt: 1 Unidade
MEMORIA SOBRE A ALLOCUÇÃO DO SANTISSIMO PADRE IX NO CONSISTORIO SECRETO de 17 de Fevereiro de 1851.
650.00 €
Qt: 1 Unidade
NOÇÕES ELEMENTARES DE ECONOMIA POLITICA
19.00 €
Qt: 1 Unidade
LIVRO 2.º DO REGISTO DAS CARTAS DOS GOVERNADORES DAS ARMAS (1653 - 1657)
Agência Geral das Colónias, Lisboa, 1945. In-8º de 266-(6) págs. Br. Ilustrado com fotografia em extra-texto.
O Autor, defensor da colonização portuguesa em Angola, acreditando num futuro promissor da comunidade euro-africana na Colónia.
"Em Angola «branco» e «europeu» não são termos sinónimos. A população branca da colónia engloba tão avultado número de euro-africanos que, nas regiões do Sul, os europeus encontram-se em acentuada minoria perante os indivíduos de raça branca naturais da Colónia" (...) "Da variedade de origens resulta uma vincada diferenciação de caracteres dos africanos de raça branca. Une-os um comum amor pela sua terra angolana (...). Juntamente com um reduzido número de colonos que embarcaram para África nos primeiros anos deste século, formam a verdadeira gente de Angola. Aquela entre a qual devem procurar-se as rudimentares e hesitantes afirmações de uma mentalidade branca enquadrada nos vastos horizontes africanos". (...) O sentimento dos euro-africanos do Sul, que há três ou quatro gerações são angolanos, é primordialmente por Angola. O amor pela metrópole não conta muito nos seus corações." "Uma nova raça branca africana, dotada de maravilhosas qualidades, entra na história. Mas uma mutação de tal envergadura, a par do sereno orgulho que provocará no coração da lusitanidade, deve dar origem a uma revisão de alguns dos promcípios de governamentação hoje em vigor porque a concessão aos euro-africanos de um maior quinhão nos encargos da administração da sua terra natal se transformará em necessidade".