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Na offic. de António Vicente da Silva, Lisboa, 1760. In-8º de 11 ff. inums-213 págs. Encadernação coeva inteira de pele decorada na lombada a quatro nervos em casas abertas, com florões, filetes duplos e dizeres a ouro sobre rótulo pele castanha escura. Pequeno corte no pé da lombada, sem falta de pele. Primeiras páginas com ligeiro empoeiramento.
BOM EXEMPLAR E RARO no mercado.
Obra não referida na bibliografia das principais colecções de livros antigos portugueses. Inocêncio refere ter sido reimpressa em 1794. Embora no frontspício indique a existência de dois tomos, e no final do volume (em títulos compostos por mais de um volume) constar o tradicional "Fim do primeiro Tomo", tanto Incêncio como na informação da BN, apenas se imprimiu a primeira parte desta obra.
Academia das Ciêncas de Lisboa apresenta um exemplar (BACL-11-723-14)
Biblioteca Nacional apresenta um exemplar (S.A.-10642-P)
Diccionário de Pseudónimos de Albino Lapa (1980), 2111.
Guia de fontes primárias sobre Acadêmicos Esquecidos e Renascidos (1724/1759) por Carlos Mendes Morais (2010).
Inocêncio, I 135 & VIII 141.
Trata-se de uma obra moral/filosófica de crítica ao iluminismo católico, na tradição anti-maquiavélica católica europeia, pela via da sátira, propondo uma vida em sociedade sem recorrer à astúcia, fraude ou ao maquiavelismo.
José Pedro do Valle é pseudónimo de António Felix Mendes (1706-1790). Foi um mestre de letras, estudioso da gramática, tendo publicado o famoso Gramática da Língua Latina, (deveu-se por certo ao facto de desempenhar o cargo de professor régio na Corte como se lê no frontspício da primeira edição de 1741), portanto também latinista, poeta, professor, acadêmico de Academia Latina e Portuguesa. Foi também académico supranumerário da Academia Brasílica dos Renascidos.