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Centelha, Coimbra, 1977. In-8º de 84-(4) págs. Br. Incluída na colecção Poesia do Nosso Tempo.
FUGA
Alto estou a teu lado no verão deitado
Alto no esplendor de possuir-te e trocarmos silenciosamente os frutos mais fundos da morte
Como se navegasse um rio por dentro e na tua fragilidade encontrasse a minha força
Um caminho rigoroso de silêncio