MEMORIAS DOS ESTABELECIMENTOS PORTUGUESES A L'ESTE DO CABO DA BOA ESPERANÇA pelo conselheiro ...
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OBRAS POETICAS DE NICOLAO TOLENTINO DE ALMEIDA. Tomo I ( II e III)
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[Brasiliana] - MEMORIA TOPOGRAPHICA E ECONOMICA DA COMMARCA DOS ILHEOS por ...
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ANNAES DE ELREI DOM JOÃO TERCEIRO Publicados por Alexandre Herculano
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[BRASILIANA] EPITOME CHRONOLOGICO GENEALOGICO & HISTORICO. dividido em quatros livros e composto pelo Padre ... Missionario da Provincia do Brasil
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ELEMENTOS DE ARCHEOLOGIA E ICONOGRAPHIA CHRISTÃ, obra ornada com 36 estampas, por ...
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ARTE POPULAR PORTUGUESA. Catálogo da Exposição.
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MAPPA DE PORTUGAL ANTIGO E MODERNO I (II e III) pelo Padre ...
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OBRAS POETICAS DE DOMINGOS DOS REIS QUITA, chamado entre os da Arcadia Lusitana ALCINO MICENIO, dadas a luz por Borel, e Roland, mercadores de livros.
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REGRAS METHODICAS PARA SE APRENDER A ESCREVER os Caracteres das Letras Inglesa, Portugueza, Aldina, Romana, Gotica, Italica e Gotica Germanica offerecidas ao Augustissimo Senhor Dom Pedro Principe da Beira Compostas por ...
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FLORA LUSITANICA, seu, Plantarum, quae in Lusitania vel sponte crescunt, vel frequentius coluntur, ex florum praesertim sexubus systematice distributarum, synopsis.
V.O.C. Antiguidades, Lisboa, 2010. In-4º de 87-(5) págs. Encadernação editorial. Profusamente ilustrado ao longo do texto.
As relações de Portugal com a China são centenárias. A partir de 1557 ou de um ano próximo, e apesar das anteriores tentativas do estabelecimento dos portugueses no Delta do Rio das Pérolas, nomeadamente com a falhada missão de 1513, não pararam de se desenvolver, vindo a atingir momentos altos no fim do século XVI, em grande parte do século XVII e durante os meados do século seguinte. No século XIX, estas relações políticas e económicas tiveram algumas fases de aberto conflito, ao que não foi estranho a presença de outras potências estrangeiras, nomeadamente a Inglaterra, com disposição de dominar o comércio asiático e mesmo vastos territórios, como aconteceu na Índia e no Ceilão. A razoavelmente pacífica e consensual presença lusa em Macau foi abalada com a Guerra do Ópio e com a inimizade e os excessos britânicos, franceses, germânicos e americanos, nas cidades costeiras do grande império asiático.